[Valid RSS] [Valid RSS] [Valid RSS] Labirintos e Fascínios: Dezembro 2013

10 de dezembro de 2013

O tempo de mudanças


Começa cada dia por dizer a ti próprio: hoje vou deparar com a intromissão, a ingratidão, a insolência, a deslealdade, a má-vontade e o egoísmo - todos devidos à ignorância por parte do ofensor sobre o que é o bem e o mal.
Mas, pela minha parte, já há muito percebi a natureza do bem e a sua nobreza, a natureza do mal e a sua mesquinhez, e também a natureza do próprio culpado, que é meu irmão (não no sentido físico, mas como meu semelhante, igualmente dotado de razão e de uma parcela do divino); portanto nenhuma destas coisas me ofende, porque ninguém pode envolver-me naquilo que é degradante, senão eu mesmo.
Nunca se protele o ato de questionamento quando se é jovem, nem canse o fazê-lo quando se é velho, pois que ninguém é jamais pouco maduro nem demasiado maduro para conquistar a saúde da alma. E quem diz que a hora de filosofar ainda não chegou ou já passou assemelha-se ao que diz que ainda não chegou ou já passou a hora de ser feliz.
Somos seres sedentos pelo crescimento, em constante e intermináveis mutações. Deixemo-nos vir, então, o tempo de mudanças...

Autora: Jéssica C.



3 de dezembro de 2013

A razão



 A razão por que a despedida nos dói tanto 
é que nossas almas estão ligadas.
Talvez sempre tenham sido e sempre serão.
Talvez nós tenhamos vivido mil vidas antes desta 
e em cada uma delas nós nos encontramos.
E talvez a cada vez tenhamos sido forçados 
a nos separar pelos mesmos motivos.
Isso significa que este adeus 
é ao mesmo tempo um adeus 
pelos últimos dez mil anos e 
um prelúdio do que virá. 


(Autor Desconhecido)